quarta-feira, 29 de junho de 2011

Coleção Ser... Primavera /Verão 2012 - 2013









Segmento feminino, casual, conceitual e consciente. 
Para Mulheres que ousam ser... 
autenticas... 
verdadeiras... 
práticas, ativas, alegres... 
Que praticam o exercício de acreditar: No bem, no amor, na família, na ética, na 
responsabilidade social, na flexibilidade, na sustentabilidade, nas pessoas... 
Difusoras de valores...Fazem sua parte! 
Idealizam...e agem... 
São sensíveis à todas as criaturas, animais, plantas ...cuidam, curam, com uma atenção 
amorosa e cheia de compaixão...olhando nos olhos, e com o coração...mas sabendo atuar com 
a razão! 
Atualizadas, interessam-se pelo que se passa ao redor...economia, política, e inovação. 
Gostam de trocar ideias, mas não precisa vencer...uma discussão...uma corrida... 
A coleção "Ser"é para estas mulheres, especiais...que acima de tudo acreditam que ser, 
significa integridade, ética, valores....e a elegância que transparece em suas atitudes, 
roupas...somente é a representação de si mesma.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Atendimento é tudo!

Esta última semana realmente foi de estudo de caso, in loco, estava catalogando algumas empresas de confecção que pudessem produzir uma coleção de moda, selecionando é claro em primeiro lugar, aquelas que estavam mais próximas por uma simples questão de logística.
Marquei visita para realizar orçamento, como de costume, a primeira empresa se mostrou muito interessada, dizendo que entraria em contato para marcar um horário, o que não aconteceu. A segunda no horário e dia marcado, ao olhar para a recepção um cartaz dizia: "Recepção aguarde ser chamado", o primeiro pensamento que atravessou minha mente foi: Estava eu numa empresa, ou fila do INSS? Como não havia ninguém esperando, e tinha hora marcada resolvi me dirigir direto à recepcionista e burlar a regra, pois bem, um grande erro cometi. Pois ao procurar esclarecer que tinha hora marcada, fui deixada esperando. Após algum tempo levantei e fui embora sem ser atendida. Para esclarecer, estava tentando contratar os serviços desta empresa. 
A terceira empresa que contatei surpreendeu-me de maneira ímpar, a recepcionista passou logo para o setor de produção, mesmo deixando claro que não realizavam serviços de terceirização, mas que poderiam orientar-me, fui tão bem atendida que mesmo não tendo encontrado a empresa que estava buscando, pude conclui: Atendimento é tudo! A empresa Kan Bess, bem como, a designer de moda Marcia Harder, empenharam-se para compreender as necessidades que manifestei, e durante 2 dias mantivemos contato na busca de solução. Certamente esta empresa soube escolher seus colaboradores e possui uma estratégia interessante e diferenciada.
A pergunta é: Por que nos surpreendemos com bons atendimentos? Por serem estes incomuns. Acredito que qualquer empresa, loja, oficina, prefeitura, padaria, bancos, escolas deveriam seguir um lema muito simples, "Trate os outros, como gostaria de ser tratado, se esta frase plagiada de minha querida mãe, tivesse naquela recepção, ao invés do indiferente "aguarde ser chamado", tenho certeza que,  ao final de um dia de trabalho haveria maior satisfação por parte dos colaboradores e funcionários, bem como, menor  necessidade de tantos investimentos em marketing e publicidade.
Ainda não encontrei a empresa que procuro, mas pode ter certeza que depois destas experiencias, meu critério de escolha vai muito além de valores e qualidade, este é somente um relato, mas sem dúvida expressa muito de como temos sido atendidos quando buscamos algum produto ou serviço. 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

As redes sociais na divulgação de marcas e produtos



A principio as redes sociais tinham como alvo a socialização, os encontros e reencontros de amigos, parentes, relacionamentos e associativismos informais direcionados à pessoas que tinham algo em comum. Com isto havia uma difusão de ideias e conceitos, que nem sempre são construtivos, mas em muitos casos extremamente positivos.
Existem empresas catarinenses que tem divulgado seu produto, através destas redes de maneira muito eficaz, agradável e com retornos surpreendentes. A escolha por compartilhar e divulgar produtos é de fato uma maneira inovadora de buscar nas comunidades virtuais, acesso aos consumidores mantendo a marca em evidencia com publicações regulares. Temos vários exemplos de empresas bem estabelecidas e empresas jovens, compartilhando desta nova forma de comunicação, como: Charmus Jeans, Cativa Têxtil, Rações Catarinense, Ana Paula Calçados, Raphaella Booz, Lunelli, Dalila Textil, além de outros segmentos de produtos ou mesmo varejo, E-lo Modas, Adega Buonna Mania, Restaurante Bate Ponto... essa lista continua.
Sem dúvida, esta é uma ótima forma de agregar membros e consequentemente consumidores, divulgar marca, produtos e valores da empresa. Mas ao comprometer a empresa e seu nome em uma rede social, deve-se ter o cuidado de manter o relacionamento. Deverá ser designado alguém para cuidar de responder as solicitações, pontuar publicações, evidenciar admiração por conceitos que os membros publicam. A instituição deverá ter bem claro que a comunidade não apenas se sentirá satisfeita em compartilhar suas publicações sem haver reciprocidade.
Bem como, as comunidades podem revelar novos perfis do publico alvo, auxiliando a decodificação dos desejos do consumidor, na otimização de produtos, serviços ou até mesmo em sua distribuição. Estes meios são poderosas fontes de comunicação, por isso escolha bem o que irá comunicar,. A empresa, além de expor seu produto, também poderá escolher divulgar campanhas de adoção e cuidado de animais (combater o abandono), responsabilidade social em campanhas do agasalho, doação de sangue, campanhas que visem a informação, ou mesmo apoio a campanhas e entidades já existentes. O importante é manter-se presente de maneira e forma construtiva, difundindo valores potencialmente úteis à sociedade, não esquecendo que será compartilhado em rede. Hoje temos exemplos de manifestações que se organizam rapidamente somente pelo acesso às redes sociais, apoio ou desacordo que se espalham rapidamente por campanhas, empresas e produtos. Por esta razão reafirmo o compromisso com a responsabilidade social, ambiental, cultural e ética através deste meio difusor de comunicação. 

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Investir em Inovação


Estava catalogando algumas empresas catarinenses, para estudo de caso, não pude deixar de sentir um grande orgulho por ser barriga verde. As empresas do estado muitas delas destacam-se no cenário nacional ou mesmo global, aqui fica uma pergunta: Qual é o diferencial destas empresas?
Algumas delas diferem-se, destacam-se por apresentarem além de uma excelente administração, corpo de colaboradores motivados, capacitados e bem gerenciados, características constantes de inovação incremental. Que estão estabelecidas em diversos setores produtivos, como: A Fischer, que apresenta uma linha de fogões, coifas, fornos conquistando um mercado exigente, onde a funcionalidade do produto deve estar aliada ao especto estético. No segmento alimentício a Bilu Alimentos, tem expandido seu catálogo de produtos, num mercado anteriormente dominado pela multinacional PepsiCo, oferecendo produtos de qualidade, mais saborosos e com menor quantidade de aditivos e sódio. No segmento têxtil, várias empresas possuem destaque, mas neste estudo cito a Lunelli, empresa que desenvolve produtos com constante apelo incremental, consciente e estético, sendo uma das referencias no setor nacional. A agroindústria também tem se mostrado cada vez mais competente em aliar a produtividade com sustentabilidade, mel catarinense é .premiado internacionalmente, a produção de produtos orgânicos e hidropônicos tem tido grande aceitação no mercado consumidor, o que estimula os produtores à buscarem soluções inovadoras para melhoria do produto e qualidade, em parceria com as universidades.
Em setores como a cosmetologia, apresentamos competitividade temos marcas que conquistaram mercados de spas e clínicas estéticas, como a Extratos da Terra. Segmentos de Tecnologia, games, turismo, confecção, conhecimento, movelaria com a MMM (Meu Móvel de Madeira), que particularmente adoro, por suas soluções de projeto aparentemente simples, com inovações de usabilidades e funcionalidade, sem falar no retorno estético do essencial. Os demais segmentos irei citando em outros artigos, pois possuímos inserção destacada em vários deles. Nosso estado tem se mostrado potencialmente comprometido com a inovação incremental, que visa a melhoria continua de processos, produtos, serviços, gestão corporativa, sustentabilidade e conhecimento. Para inovar é essencialmente necessário ação, busca de conhecimento e decodificação deste, em projeto e consequentemente produto. Motivação e coragem para investir, profissionais e administradores qualificados, certamente nestes requisitos nosso estado tem se mostrado competente, atuante e qualificado à empreender a inovação incremental ou mesmo, radical. 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Responsabilidade Social Corporativa (parte II e III) - folha de Blumenau


Edna Mara Baars, Ms.
Gestão do Design e do Produto


Responsabilidade Social Corporativa (parte III)

Existem empresas que escolhem contribuir para o desenvolvimento de sua região, promovendo projetos de responsabilidade social. Mesmo que possam implicar em redução de alguns impostos, difusão da imagem corporativa positiva, é necessário comprometimento.
Quando uma organização se compromete, em auxiliar a gerar melhorias sociais, apoiar a comunidade em suas necessidades frente ao órgãos de administração publica, utilizando sua influencia e poder de comunicação, ela contribui muito na melhoria da qualidade de vida de sua região.
Podemos citar também os projetos culturais, artísticos, de resgate e valorização da cultura regional, artesanato, musica, gastronomia, literatura...Por exemplo, mesmo uma empresa pequena, pode criar um espaço (ou corredor), expondo trabalhos dos funcionários, uma sala com artesanato, promover dia da solidariedade, onde as pessoas da comunidade podem se inscrever, e expor seu trabalho artístico ou artesanal, cantar, tocar, entre outros...Destinando um pequeno percentual a alguma entidade. promovendo a divulgação e valorização do indivíduo. 
Tomo como exemplo, o Instituto Adelina, que atua de maneira admirável na difusão de cursos de capacitação que promovem a cultura e geração de emprego e renda, o atendimento é excelente, tive o privilégio de contatá-los e fui sempre muito bem atendida, criado em homenagem a matriarca da empresa Dudalina, prestam apoio também à projetos de responsabilidade social de outras fundações e instituições Muito existe à ser feito, como empresários podemos sempre fazer algo.

Promover palestras sobre a proteção aos animas, respeito a vida, higiene, culinária natural, resgate de valores como a horta em casa, é muito simples, contata-se aos órgãos de proteção e eles vem até a empresa, secretaria municipal da saúde pode auxiliar nas questões de higiene, EPAGRI nas referentes aos plantios domésticos, cultura orgânica...., pode-se em parceria com a prefeitura municipal criar e aplicar cursos de musica, arte , artesanato, teatro... Pode-se também promover a leitura, com troca de livros ou mesmo dvd's. Quando a empresa realmente deseja contribuir no desenvolvimento regional, ela não precisa necessariamente de recursos, ela pode agir como articuladora, e integradora de alguns setores e administração publica, pode apoiar ou criar um projeto segundo a observação das necessidades.
Uma empresa que utiliza a Responsabilidade Social Corporativa, com desejo de auxiliar o desenvolvimento social, difusão de valores, resgate da ética e dignidade, pode transformar vidas, famílias, bairros... as vezes, com pouco se faz muito.

Responsabilidade Social Corporativa (parte II e III) - folha de Blumenau


Edna Mara Baars, Ms.
Gestão do Design e do Produto


Responsabilidade Social Corporativa (parte II)

Empresas produzem bens, serviços, produtos e para isto, utilizam recursos naturais, energia, água, matéria prima, tecnologia, maquinário, além de instalações prediais apropriadas. Numa maneira extremamente simplista, poderia ser apontado desta maneira;
a Responsabilidade Social Corporativa, direcionada a este foco, significa: Oferecer produtos com menores índices de consumo no que concerne energia, água e matéria prima, diretamente relacionado, a menores índices de desperdício e resíduos. Pois bem, estes objetivos podem ser desenhados quando a empresa possui de fato, a construção de um projeto conceitual, envolvendo desde a concepção até o descarte do produto, onde os objetivos de otimização de projeto estejam seguindo paralelamente o Planejamento Estratégico de Responsabilidade Social Corporativa da empresa.
Empresas pequenas ou médias, podem também elaborar este planejamento, bem como, seu monitoramento pode tornar-se até mais ágil, em função do porte de sua estrutura oferecer maior flexibilidade para mudanças. O mesmo ocorre com economias de prestação de serviço, a começar pela redução dos desperdícios.
Pequenas alterações prediais podem diminuir despesas fixas da empresa, aproveitamento de ventilação natural e luz, um novo olhar sobre o processo de fabricação, poderá diminuir gastos excedentes. A chamada "Produção enxuta", onde a melhoria do processo, possui como prioridade redução de toda ou qualquer gasto desnecessário, que será refletido também nos resíduos ou perdas. Sem deixar é claro de manter a qualidade do produto. Temos empresas na construção civil que trabalham muito bem, utilizando essas premissas.
Responsabilidade Social Corporativa também implica nestes cuidados, as confecções que possuem um destaque na economia da região, podem elaborar um planejamento de melhoria continua, com simples escolhas no desenvolvimento de produto, o designer de moda poderá em sua coleção, utilizar sua criatividade também, para realizar escolhas de processo, minimizando perdas e resíduos, construindo uma relação diferenciada com valor agregado com seu nicho de mercado, através de tag's, etiquetas e a própria escolha da matéria prima, aviamentos e estamparia. O importante é utilizar os recursos sem desperdícios, além destas atitudes e valores serem importantes para a inserção da empresa com diferencial, poderá certamente gerar mais lucros.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Responsabilidade Social Corporativa - folha de Blumenau


Edna Mara Baars, Ms.
Gestão do Design e do Produto


Responsabilidade Social Corporativa (parte I)

A habilidade de responder frente a uma situação, questionamento ou necessidade, chamamos por responsabilidade. A maturidade situacional, é construída segundo valores aos quais acreditamos, quando jovens temos nossos representantes legais, que assumem a responsabilidade por nossos atos. Quando empresários, assumimos responsabilidades junto a sociedade.
Mas quando referimo-nos a gestão empresarial, a responsabilidade social corporativa compreende valores que são difundidos, sejam estes, relacionados aos colaboradores, matéria-prima, consumo de energia, água, produtos, resíduos, região no qual esta inserida a empresa, publicidade e marketing.
O espectro é amplo, sem dúvida, mas certamente compensador para aqueles que acreditam em crescimento e desenvolvimento consciente. Quando uma empresa se estabelece em uma região, gera empregos, renda para o município e muitas vezes transferência de tecnologia e conhecimento, através de cursos técnicos ou superiores que visualizam oportunidade de empreender, assim uma outra cadeia de desenvolvimento se forma.
A Responsabilidade Social Corporativa, compreende além destes aspectos, a maneira com o qual a empresa valoriza seus colaboradores, auxiliando na melhoria da qualidade de vida como um todo, através de planos de saúde, previdência, pagando em dia os encargos sociais, em parceria junto a administração pública, elaborando projetos que visem creches, projetos culturais, festas regionais...Um colaborador que sente orgulho da empresa que trabalha, possui maior capacidade de responder habilmente ao seu ofício, é um profissional que irá fazer hora extra, caso a empresa necessitar, por compreender internamente que esta valoriza seu desempenho e respeita sua família. A participação dos lucros, mesmo sendo pequena, reforça o entendimento da importância do seu trabalho, o efeito é surpreendente. Vale a pena ressaltar, que ao invés de assistencialismo ou paternalismo, aqui sugiro uma relação estabelecida como cooperativa, onde as duas partes se valorizam e respeitam.
Numa época onde o emprego formal tornou-se menos ofertado, e muitos trabalhadores procuram recolocação, algumas empresas utilizam métodos arcaicos como o chavão "se não esta contente, pegue suas coisas e procure outro emprego", esta atitude além de demonstrar que o empregador possui pouca habilidade de gestão situacional, (salvo casos extremos de conduta do funcionário) , é oneroso para empresa. Quando a Responsabilidade Social Corporativa, inicia seu atuar de dentro para fora, construindo junto uma equipe de colaboradores motivados, certamente sua produção terá menor índice de perdas e maior produtividade, ou seja, é mais lucrativo para a empresa.